sexta-feira, 18 de junho de 2010

Ao telefone

Ontem foste tu que falaste ao telefone. O teu irmão dormia... rebentadinho da praia, onde não quer sujar os pés na areia, tem medo da água e outras tantas parvoíces próprias da idade, que certamente passarão.

A avó contou que comeste areia, brincaste e estavas pronta a tomar banhoca depois de um senhor jantar, que não és menina de pouco alimento. Cantavas, cantavas... ouvia-te ao fundo, e avó pôs o telefone em mãos livres. Falei, quiseste agarrar o telefone... falei. Rias. Falei. Rias e rias muito... gargalhavas... Hoje vou ver-te e matar saudades. Mas só eu, porque quando chegar estarás certamente a dormir...Beijos filhota

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