segunda-feira, 30 de abril de 2012

E esta foi a minha companhia esta noite

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Planura Syrah Tinto

Planura Syrah é um vinho Regional Alentejano Tinto. Trata-se de um monocasta, ou seja, um vinho produzido apenas a partir de uma só casta: Syrah. As uvas que originaram este vinho foram colhidas no Alentejo, onde encontraram no clima quente e seco desta região condições óptimas para o desenvolvimento de um vinho de perfil ímpar, simultaneamente maduro e fresco. Torna-se, por este motivo, muito diferente nas suas características de outros vinhos da mesma casta produzidos noutros locais, como por exemplo na região francesa de Ródano, onde inicialmente teve maior expansão. Planura Syrah corresponde aos mais elevados padrões de qualidade, tendo sido submetido a um rigoroso acompanhamento e controlo enológico.

Sugestão de Consumo
Não invalidando outras possíveis combinações gastronómicas, recomenda-se este vinho para o acompanhamento de pratos de carne nomeadamente de caça e queijos.

Opinião do Enólogo Filipe Pinto
Planura Syrah apresenta uma cor intensa e uma distinção aromática surpreendente, onde predominam os aromas a chocolate, compota e algumas notas fumadas. A sua estrutura de taninos confere uma prova cheia, frutada e elegante.

Afinal, não sou um Cocker Spaniel

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Apesar do LOP, que atesta o seu puríssimo sangue azul, da verdadeira nobreza canidea, havia qualquer coisa que estava fora do sítio. O seu nome de nascença, "Bullydog", dado ser o maior de ninhada por uma margem considerável, foi o primeiro sinal.
O peso típico de 12 a 14 kg de um Cocker foram largamente ultrapassados, ao ponto de se pensar que temos 2 lá em casa! Mesmo quando está magro, que claramente agora não está.

Foi numa encardida edição de uma enciclopédia de raças, abandonada em cima da ração na secção de animais do Corte Inglés, que apareceu a solução para o mistério. Na página a seguir à descrição do Cocker Spaniel, eis que aparece uma descrição exacta do nosso companheiro: um Spaniel, dadas as orelhas, de 18 a 25 kg de peso, maior que um Cocker, menor que um Springer, sem ser nenhum deles. Pelo comprido, sem chegar a fazer caracóis, em cor preta, castanho ou ruão. E uma foto de um primo que não deixa qualquer dúvida.

Afinal temos lá em casa um Field Spaniel, que consta ser extremamente raro - só há 50 registados no Reino Unido.




Estou tão furiosa,...

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... Tão furiosa, que se o gajo do Fleet Management me aparece à frente, bato-lhe! A sério que lhe bato.

Esta merda de me despedir, é pior que um divórcio... nunca vi sítio nenhum em que se tivesse que se pagar para ir embora...

Estou mesmo, mesmo F*

Functional Training Cross

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FTC, o meu novo vício. Primeiro estranha-se depois entranha-se.

Na primeira vez fiquei um dia inteirinho sem me mexer, agora, após 3 semanas, já só me doem uns musculozitos...

É giro e diferente, parece que estou na tropa ( e também aí que percebo porque nunca me alistei, visto que me baldo a alguns temas, e na tropa ter-me-ia corrido muito mal...). Saltos, corrida, flexões, abdominais, de tudo um pouco...

Mas pelos entremeios fui experimentar o Step (coreografado). Que loucura senhores, o que eu me ri (de mim mesma...) como foi possível fazer aquilo durante tantos anos e agora não conseguir dar 3 passos des seguida sem enganos...

A aula tinha 3 faixas, apanhei metade da primeira... não sei se tenho coragem para voltar, a não ser para me rir, muito, muito...

Tai Chi

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Sábado fomos fazer Tai Chi.

O Papá foi dar a aula. Eloquente, correcto e com um ar de quem faz isto há uma dezena de anos.

A Mamã gostou. Foi um daqueles momentos a dois, rodeados por muitos.

A frase do dia foi: Mas com que músculo é que fazes isso???

E depois, duche sossegado (coisa estranha ao sábado), e almoço num chinês à moda antiga em Telheiras (bom e barato, coisa rara nesta altura).

Que bom que é namorar e fazer vida de solteiros.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Isto não se faz...

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Senhora minha mãe, eu sei que só queres o meu bem... e que só me queres ver feliz, mas depois de todo o investimento que eu tenho feito em mói-même, isto não é justo...

Encher-me o frigorifico de Philadelfia com Milka... não é justo...

Exotic Marigold Hotel

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Uma delícia, um filme cheio de esperança sobre o que ainda há para viver nos que agora se dizem 'idosos'.

Com uma história simples, e tão comum nesta Europa em que um adulto se torna idoso durante mais de 20 anos, nós os jovens adultos não nos apercebemos daquilo que sofrem os nossos pais. E é disso que este filme trata.

Histórias de quem se endivida por um sonho de um filho e que chega a não ter casa para morar, histórias de quem viveu numa ilusão, julgando ser feliz por mais de 40 anos... Histórias de quem nunca pode assumir os seus sentimentos, por pertencermos a uma sociedade antiga... histórias.

Histórias que nos relembram alguns dos nossos idosos aqui tão perto, que facilmente são transformados em objectos de uso seleccionado: Mãe, não podes fazer isto... Mãe, podes ficar com os míudos hoje? Mãe, não lhes dês doces... Mãe, eu explico-te..

E assim somos nós, jovens adultos, quando nos esquecemos que eles já viveram o que nós vivemos. E é isso que o filme nos mostra, que há uma vida para além dos 65. Que há amor, que há paixão, que há novidade e surpresa, que há hipóteses de começar de novo ou de acabar o que um dia se começou. E que até o tabu do sexo pode ser ultrapassado :-)

Uma história deliciosa para uma tarde de cinema, com interpretações fantásticas, num cenário da verdadeira India coberta de detalhes, cores e cheios. A não perder em filme ou em livro.

 

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