quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A "bolsa rota" - parte II: O desfecho


Vá lá, até nem dormimos muito mal.
Como esperava, passamos a noite no hospital. Não fosse a enfermeira a vir de 3 em 3 horas para ver como estava a tua mãe, até estariamos bem descansados.
Nenhuma contração até de manhã e nada de dilatação, apenas a bolsa rota indicava que irias nascer dia 22, nem que fosse à força.

Mas os médicos têm os seus truques - uns belos "amassos" à tua mãe, que ela acusou com um sonoro AU!, e uma "ajudinha" de oxitocina no colo - que ajudaram a por processo em marcha.
E que marcha: às 7:30 começaram as contrações, às 8:30 a tua mãe já navegava na epidural (essa maravilha da medicina moderna, explicada ao teu irmão há 2 anos), às 10:30 já ela pedia mais com uma dilatação quase completa.

O enfermeiro de serviço, sábio de experiência, deixou a tua mãe sofrer um pouco com uma dose um demasiado mansa, apesar dos queixumes e maus humores. Sofri eu por tabela, mas sem chegar a ser rebaptizado com um nome menos próprio (mas por muito pouco).
Fomos todos para o Bloco, onde o teu pai ia chegando fora de tempo por ser obediente ("vista-se que já o venho buscar, pai" - pois, pois...). Entranto, a tua mãe recebeu a dose final da sua melhor amiga, pondo-a mesmo no ponto necessário para te sentir, mas não sentir as dores.

Confirmada a sapiência do enfermeiro, só restavas aparecer tu. Sem tempo para escolher música, começaste a mostrar-te, enquanto a médica elogiava a tua mãe pelo excelente trabalho, indo até ao ponto de lhe oferecer trabalho, "havia de cá vir parir pela outras!".
Tua mãe declinou delicamente, com um pequeno impropério à mistura, que um de cada vez já lhe chega e é porque são os seus.

3 minutos chegaram, apesar do duplo colar umbilical que trazias! Quase tudo perfeito: tu e a tua mãe quase imaculada apesar do esforço. Faltou apenas o teu pai que com o nervoso miudinho, apesar da experiência, conseguiu fazer o impossível - baralhou os comandos e não registou o momento para a posteridade, apenas uns fugazes laivos de chão ao estilo do teu avô.



Nasceste às 11:40 de dia 22 de Setembro de 2009, ainda Verão, ainda Virgem, por ser antes do equinócio outonal das 21:18, com 4005g.

Bem-vinda pequenina, somos agora 4.



4 comentários on "A "bolsa rota" - parte II: O desfecho"

Margarida on 24 de setembro de 2009 às 09:56 disse...

Parabéns aos 4 mas e principalmente à mãe. Sejam felizes !!!

Carla on 24 de setembro de 2009 às 21:34 disse...

Muitos Parabéns!
Bem tu dizias que ia nascer dia 22 :-). Beij Carla

dina on 25 de setembro de 2009 às 14:52 disse...

:D
mas tem o cabelo mais giro do que aqui na foto
e não é tão sossegada como aparenta, ou melhor já sabe o que quer :D

Anónimo disse...

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